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Path of Heresy estreia com “Modern Cult of Killing” e transforma experimento visual em projeto extremo conceitual

O Path of Heresy apresenta oficialmente seu primeiro trabalho, Modern Cult of Killing, lançado em 20 de fevereiro de 2026. Idealizado pelo jornalista e vocalista Renan Bezan (ex-Sacramentia), o projeto nasce de uma proposta pouco convencional que une tecnologia, conceito artístico e Death Metal.

Inicialmente concebido como um experimento criativo voltado à produção de artes e capas no Photoshop para uma banda fictícia, o Path of Heresy ganhou novos contornos com o avanço das ferramentas de Inteligência Artificial. O que começou como exercício visual evoluiu para um projeto musical estruturado, incorporando recursos tecnológicos à composição.

É importante destacar que o Path of Heresy se define como um projeto artístico e conceitual — e não como uma banda tradicional. Não há instrumentistas reais por trás dos instrumentos: as bases instrumentais são desenvolvidas com o auxílio de Inteligência Artificial, enquanto os vocais e as letras são criados e executados por Bezan. A proposta assume de forma transparente essa abordagem híbrida, posicionando-se como uma iniciativa que integra curadoria humana e tecnologia.

Com a utilização da plataforma Suno na criação das bases, o projeto passou a mesclar composições geradas por IA com vocais guturais e letras autorais, resultando em uma identidade sonora que combina agressividade, atmosfera sombria e experimentação digital.

Musicalmente, Modern Cult of Killing se ancora em um Death Metal groovado, pesado e cadenciado, com forte influência da escola norte-americana. Os riffs marcantes e os vocais graves remetem à sonoridade de bandas como o  Six Feet Under, reforçando a estética crua e direta que conduz o álbum.

Ao longo de suas 13 faixas, o disco mergulha em diferentes vertentes do imaginário sombrio e criminal. As composições abordam figuras históricas como Ed Gein, John Wayne Gacy e o enigmático Zodiac Killer. O repertório também dialoga com o terror cinematográfico em referências a The Poughkeepsie Tapes e DarkWater (Água Negra), além de evocar a lenda em torno do bluesman Robert Johnson.

A diversidade temática reforça o caráter conceitual do trabalho, que transita entre o horror real, a cultura pop e narrativas envoltas em mistério. Com o lançamento de Modern Cult of Killing, o Path of Heresy consolida sua proposta como um projeto autoral que explora os limites entre criação humana e inteligência artificial dentro do metal extremo contemporâneo.

Abaixo você confere o trabalho na íntegra.

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